{"id":166,"date":"2013-10-08T20:20:16","date_gmt":"2013-10-08T23:20:16","guid":{"rendered":"http:\/\/dbike.org\/vdb\/?p=166"},"modified":"2014-06-26T21:51:38","modified_gmt":"2014-06-27T00:51:38","slug":"professor-sobre-rodas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/professor-sobre-rodas\/","title":{"rendered":"Professor Sobre Rodas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Enquanto este texto \u00e9 produzido centenas de milhares de pessoas no mundo inteiro s\u00e3o v\u00edtimas da exclus\u00e3o social e de um sem-n\u00famero de mazelas. Culpados? N\u00e3o nos cabe enumer\u00e1-los. Sujeitos capazes de fazer a diferen\u00e7a? Poderemos come\u00e7ar por n\u00f3s mesmos. Os direitos primordiais dos seres humanos passaram a constituir um campo de disputa pela sobreviv\u00eancia e perpetua\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, t\u00e3o somente. A nova ordem mundial, os reflexos da globaliza\u00e7\u00e3o poss\u00edvel e insidiosa, al\u00e9m das tomadas de decis\u00e3o por parte dos chefes de estados dos pa\u00edses poderosos atingem a todos, no presente e no futuro, n\u00e3o importando ra\u00e7a, g\u00eanero ou cultura. Por\u00e9m, neste mesmo universo destaca-se uma nova leitura de comportamento sociocultural, em escala global, uma not\u00e1vel evolu\u00e7\u00e3o do ser humano em dire\u00e7\u00e3o a si mesmo. <span style=\"color: #008080;\">A\u00a0CICLOCIDADANIA<\/span>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O Projeto\u00a0Professor Sobre Rodas\u00a0\u00e9 uma experi\u00eancia ciclocidad\u00e3 que leva \u00e0s escolas e universidades, p\u00fablicas ou privadas e ainda \u00e0s empresas, dentro e fora do pa\u00eds, reflex\u00f5es sobre a promo\u00e7\u00e3o da felicidade, levando \u00e0 constru\u00e7\u00e3o coletiva da liberdade poss\u00edvel e a integra\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria atrav\u00e9s da Ciclocidadania, produzindo-se uma comunidade mais apta para a nossa humana &#8216;com-viv\u00eancia&#8217; e n\u00e3o apenas &#8216;sobre-viv\u00eancia&#8217;.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Como muitas pessoas dizem, todo cidad\u00e3o tem uma miss\u00e3o. Meu caro amigo Professor Sobre Rodas, certamente est\u00e1 cumprindo a sua. Seu trabalho de mostrar a n\u00f3s que sempre deve haver a esperan\u00e7a de ser feliz, da forma mais simples que exista, nos atinge com tamanha convic\u00e7\u00e3o que faz com que, se j\u00e1 n\u00e3o acreditamos, voltemos a rever nossas percep\u00e7\u00f5es. Cicloturismo e Ciclocidadania s\u00e3o formas de se olhar o mundo de forma renovada, e tomara que um dia, todos pensem assim.<\/span><br \/><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">(Marcos V.S., 17 anos &#8211; E. E. B. Alexandre Guilherme Figueredo &#8211; Pi\u00e7arras &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Venho desenvolvendo interven\u00e7\u00f5es sobre este tema no formato de palestras, confer\u00eancias e oficinas desde mar\u00e7o de 2007, em diferentes ambientes, seja em escolas da rede p\u00fablica ou particular do Cerrado Mineiro, no litoral de Santa Catarina ou na Serra Ga\u00facha, ou ainda em universidades p\u00fablica e privadas espalhadas por mais de seis estados brasileiros, e at\u00e9 internacionalmente. J\u00e1 ocorreram mais de 370 palestras a convite destas entidades, incluindo trabalhos para ONG\u00b4s, OSCIP\u00b4s, Funda\u00e7\u00f5es, Sindicatos, Cooperativas e Secretarias Municipais. Neste formato, o\u00a0Professor Sobre Rodas\u00a0j\u00e1 falou sobre estes conceitos para mais de 35 mil pessoas no Brasil. Minha interven\u00e7\u00e3o enquanto\u00a0Professor Sobre Rodas\u00a0tamb\u00e9m j\u00e1 foi acompanhada por milhares de pessoas nas p\u00e1ginas da Revista Bicicleta, outras revistas de Turismo e Meio Ambiente, nos programas televisivos Globo Esporte, Rede Minas e no site de informa\u00e7\u00f5es da Globo, o G1. No exterior, um dos espa\u00e7os de maior interven\u00e7\u00e3o do\u00a0Professor Sobre Rodas\u00a0s\u00e3o as prov\u00edncias de Posadas e Corrientes, na Argentina, desde 2008.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Depois da palestra fiquei com uma mente mais ampla para o que est\u00e1 acontecendo ao meu redor, da mesma forma como comecei a refletir sobre o que estou fazendo da minha vida, se \u00e9 certo ou errado e, principalmente, o que quero ser realmente. Ele usa argumentos reais e persuasivos de uma maneira maravilhosa, porque ele mostra o que \u00e9 de compreens\u00e3o dif\u00edcil parecer f\u00e1cil e divertida.&#8221;(Helena L., 16 anos &#8211; Centro Educacional Prisma \u00a0&#8211; Pi\u00e7arras &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">No ano de 2011, minha parceria com a Revista Bicicleta ganhou for\u00e7a e colocou as rodas e o professor nas estradas e salas de aula, dada a realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de palestras e confer\u00eancias no litoral catarinense, no espa\u00e7o que, circunstancialmente, est\u00e1 disposto entre os tr\u00eas roteiros ciclotur\u00edsticos: Costa Verde e Mar, Vale Europeu e Barra do Pira\u00ed &#8211; envolvendo, assim, mais de 30 munic\u00edpios, desde a cidade-balne\u00e1ria de Barra Velha at\u00e9 Tijucas, e de l\u00e1 at\u00e9 Presidente Get\u00falio, quase chegando \u00e0 sede da Revista Bicicleta, em Rio do Campo.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8230; depois de ter ouvido aquela palestra senti que eu precisava fazer algo, fazer algo pra me sentir bem e fazer com que as pessoas tamb\u00e9m se sintam. A hist\u00f3ria desse Professor Sobre Rodas me fez enxergar que realmente o c\u00e9u \u00e9 o limite e que at\u00e9 com uma &#8220;simples bicicleta&#8221; voc\u00ea pode mudar a vida de uma pessoa.<\/span><br \/><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">(Brendon E. V., 17 anos &#8211; Escola Alexandre Guilherme Figueredo &#8211; Pi\u00e7arras &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O teor das palestras (gratuitas para institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino) atinge especialmente alunos e alunas do ensino m\u00e9dio, os quais se encontram em um determinado momento de apatia em rela\u00e7\u00e3o a sua participa\u00e7\u00e3o enquanto cidad\u00e3os de um &#8216;novo mundo em constru\u00e7\u00e3o&#8217;, sendo a cada minuto atropelados pela globaliza\u00e7\u00e3o, seus manique\u00edsmos (seu lado bom e seu lado n\u00e3o t\u00e3o bom), pela informa\u00e7\u00e3o fragmentada, entre outros aspectos. Vemos estes jovens tentando sobreviver \u00e0s cidades cada dia menos humanas, sucumbindo \u00e0 viol\u00eancia banalizada em todas as formas e a um ambiente em degrada\u00e7\u00e3o, porque degradada est\u00e1 a sociedade que aceita passivamente perder seu espa\u00e7o para o concreto, para a velocidade e poder atribu\u00eddos aos autom\u00f3veis, ou simplesmente, por haver esquecido de sua parcela humana, sens\u00edvel, rom\u00e2ntica, d\u00f3cil, sonhadora, entre tantas outras particularidades.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O cicloturismo ajuda a ver que a vida n\u00e3o \u00e9 movida apenas por dinheiro ou bens materiais, mas sim pelas pequenas, por\u00e9m importantes coisas. Atrav\u00e9s do cicloturismo voc\u00ea passa a ser a paisagem, voc\u00ea consegue apreciar, sentir, emocionar-se, e isto eu pretendo levar para a minha vida: coragem para enfrentar os obst\u00e1culos que surgirem, assim como o cicloturista os enfrenta, seja o frio, a dor, o cansa\u00e7o, e embora tudo, nunca desiste de chegar a seu destino!<\/span><br \/><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">(Jeferson J., 17 anos &#8211; Escola Manuel Henrique de Assis &#8211; Penha &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Ao usar ou valer-se da bicicleta como ve\u00edculo n\u00e3o violento, economicamente vi\u00e1vel, socialmente justo e ambientalmente respons\u00e1vel, o cidad\u00e3o encontra \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o toda uma nova maneira de atuar ou ser protagonista de uma ordem que se permite observar expressa nas paisagens urbanas e\/ou rurais. Ele descobre-se inteligente e redescobre-se plural, ao promover um ambiente mais coerente com a qualidade de vida que a grande maioria almeja, ou seja, uma qualidade poss\u00edvel a todos, uma simplicidade latente que busca virar express\u00e3o sobre rodas silenciosas, as quais n\u00e3o deixem rastros indel\u00e9veis.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span dir=\"ltr\" style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Compreendi como a vida pode ser melhor se ajudarmos o planeta e a sociedade, usando a bike como ve\u00edculo da felicidade. Escutar atentamente ao Professor Sobre Rodas mostrou-me que se pode ser feliz deixando que a bike nos proporcione observar as melhores coisas da vida, a natureza, a cultura e a sociedade.<br \/>(Emily T., 16 anos &#8211; Escola Alexandre Guilherme Figueredo &#8211; Pi\u00e7arras &#8211; SC)<br \/><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/131008_professorsobrerodas002.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignleft\" title=\"Therbio Felipe M. Cezar, o Professor Sobre Rodas.\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/131008_professorsobrerodas002.jpg\" alt=\"Therbio Felipe M. Cezar, o Professor Sobre Rodas.\" width=\"350\" height=\"219\" \/><\/a>Este \u00e9 o ideal perseguido pelo\u00a0Professor Sobre Rodas, uma proposta de realidade onde professores e alunos, ambos aprendentes e brincantes, reconstruam seus universos, patrim\u00f4nios e saberes, seus espa\u00e7os de conviv\u00eancia, trabalho e frugalidade, reinventando-os e reinventando-se. A ideia de &#8216;rodas&#8217; n\u00e3o se refere apenas ao uso da bicicleta como meio de interven\u00e7\u00e3o nas comunidades por onde se passa. Um pouco mais al\u00e9m, as rodas querem sugerir, em cada contexto, o ciclo. A vida \u00e9 c\u00edclica; o conhecimento \u00e9 c\u00edclico; a renova\u00e7\u00e3o social \u00e9 c\u00edclica, enfim, somos c\u00edclicos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Ao completar 20 anos de doc\u00eancia em cursos superiores de Turismo, Hotelaria e Meio Ambiente, percebi que havia muito ainda para fazer. E entendo que o jovem brasileiro sente uma car\u00eancia ainda maior por n\u00e3o perceber-se atingido pela socializa\u00e7\u00e3o a respeito do vasto campo de possibilidades socioecon\u00f4micas presentes em cada localidade, em sua natureza e cultura, al\u00e9m do cuidado urgente com a gest\u00e3o dos ecossistemas em risco.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;Entendi que se pode ser feliz com um simples gesto de humanidade, e que isto o deixa com a mente limpa, tranquila. Muitas vezes reclamamos que n\u00e3o temos &#8216;uma bolacha recheada para comer&#8217;, enquanto tem gente que morre por um simples copo de \u00e1gua. Sempre pensei assim, mas nunca coloquei para fora o que sinto sobre essas coisas&#8230; Penso que muita gente n\u00e3o teria a cara e a coragem de ir l\u00e1 na frente de tantos jovens, fazer e falar tudo o que ele (o Professor Sobre Rodas) nos proporcionou.&#8221;\u00a0<\/span><br \/><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">(Rebeca Z., 16 anos &#8211; Centro Educacional Prisma &#8211; Pi\u00e7arras &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Enquanto professor, sempre entendi que n\u00e3o existe conhecimento sem emo\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existe aprendizagem se n\u00e3o existe amor ao &#8216;estranho&#8217;, ao outro. N\u00e3o existe educa\u00e7\u00e3o se n\u00e3o existe a promo\u00e7\u00e3o do ser humano. Sem emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o existe f\u00e9 no homem e na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade; sem emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o existe significado de vida, coisas que aprendemos ao nos lan\u00e7ar ao caminho, nesta &#8216;sala de aula sem paredes&#8217;&#8230; Tenho buscado emprestar essas reflex\u00f5es em meus encontros dentro das salas de aula formais.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Nossa vida \u00e9 marcada pelo que somos e pelo que fazemos, e n\u00e3o por um status. Ser feliz e ajudar algu\u00e9m, fazendo a diferen\u00e7a, \u00e9 o que importa.<\/span><br \/><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">(Gabriel G., 16 anos &#8211; Escola Alexandre Guilherme Figueredo &#8211; Pi\u00e7arra &#8211; SC)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><br \/>Sempre busquei mostrar o que aprendi a tantas pessoas eu pudesse, pois acredito ser muito importante que, principalmente n\u00f3s estudantes, que somos presente e futuro de toda sociedade, possamos parar para refletir um pouco sobre n\u00f3s mesmos. N\u00e3o me emociona o fato deste professor falar outros idiomas, ou por ter vivido em outros pa\u00edses, mas sim o simples fato de que quando ele est\u00e1 falando, quem fala \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o e a ess\u00eancia cultural desses v\u00e1rios povos. As pessoas se identificam com suas palavras encorajadoras, que nos convidam a conhecer mais sobre diversas culturas, sobre o que, querendo ou n\u00e3o, faz parte de n\u00f3s.<br \/>(Auara C., 18 anos &#8211; Uberaba &#8211; MG, atualmente, estudante de Direito)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.revistabicicleta.com.br\" target=\"_blank\">Revista Bicicleta<\/a>, edi\u00e7\u00e3o 08\/01<\/span><\/em><br \/><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Autor: Therbio Felipe M. Cezar<\/span><\/em><br \/><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">T\u00edtulo Original: Professor Sobre Rodas nas Escolas<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"post-excerpt\">Enquanto este texto \u00e9 produzido centenas de milhares de pessoas no mundo inteiro s\u00e3o v\u00edtimas da exclus\u00e3o social e de um sem-n\u00famero de mazelas. Culpados? N\u00e3o nos cabe enumer\u00e1-los. 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