{"id":151,"date":"2013-08-27T19:52:41","date_gmt":"2013-08-27T22:52:41","guid":{"rendered":"http:\/\/dbike.org\/vdb\/?p=151"},"modified":"2014-06-26T22:04:42","modified_gmt":"2014-06-27T01:04:42","slug":"pedal-seguro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/pedal-seguro\/","title":{"rendered":"Pedal Seguro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Perguntei a diversas mulheres o motivo de n\u00e3o pedalarem nas ruas e mais de 80% disseram que era por falta de seguran\u00e7a. A seguran\u00e7a a que elas se referiram est\u00e1 100% atrelada ao modo agressivo e desrespeitoso com que os motoristas conduzem seus carros pelas ruas das cidades. Por isso o desafio tornar-se muito maior, pois n\u00e3o basta investir apenas em ciclovias, \u00e9 necess\u00e1rio investir tamb\u00e9m em campanhas de cidadania e educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">\u00c9 fato que as pessoas est\u00e3o se tornando cada vez mais impacientes, intolerantes e consequentemente agressivas. N\u00e3o conseguem perceber que aquele que se sujeita a conduzir um carro em metr\u00f3poles invariavelmente enfrentar\u00e1 longos congestionamentos.. \u00c9 inexor\u00e1vel. Nenhum cidad\u00e3o consegue controlar o tr\u00e2nsito, melhor\u00e1-lo com gritos e xingamentos, com buzina\u00e7\u00e3o e agressividade. A \u00fanica coisa que est\u00e1 sob controle do motorista \u00e9 o controle de si mesmo, a decis\u00e3o que ele pode tomar entre alimentar o sentimento de irrita\u00e7\u00e3o, frustra\u00e7\u00e3o, agressividade, raiva ou ent\u00e3o entender claramente que o tr\u00e2nsito ca\u00f3tico de grandes cidades \u00e9 um problema a ser resolvido a longo prazo, e que todas as pessoas que est\u00e3o nas ruas e avenidas, sejam eles carros, motocicletas ou bicicletas, exatamente todos, t\u00eam os mesmos direitos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Est\u00e1 sob o controle do motorista entender que sobre uma bicicleta h\u00e1 outro ser humano igual a ele, com os mesmos direitos, os mesmos sonhos, as mesmas vontades, e que merece ser respeitado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O comportamento agressivo dos motoristas n\u00e3o est\u00e1 mais relacionado somente aos homens; as mulheres tamb\u00e9m adotaram postura semelhante. Fa\u00e7o um convite \u00e0s mulheres que se sentem poderosas ao pilotar um carro de forma violenta, muitas vezes colocando a pr\u00f3pria vida em risco, que venha sentir o <a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro002.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro002.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"244\" \/><\/a>verdadeiro poder sobre uma bicicleta. A bicicleta lhe d\u00e1 liberdade, e uma verdadeira sensa\u00e7\u00e3o de poder &#8211; o poder da realiza\u00e7\u00e3o, o poder da supera\u00e7\u00e3o, o poder de chegar onde quiser com o esfor\u00e7o do pr\u00f3prio f\u00edsico e determina\u00e7\u00e3o.<br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">As mulheres que desistiram do autom\u00f3vel para usar a bicicleta como meio de transporte, perceberam que a vida pode ser e \u00e9 muito mais divertida, muito mais gratificante sobre o selim de uma bicicleta.\u00a0Como tornar as ruas mais seguras? Com muito respeito, com muita cidadania, com muita educa\u00e7\u00e3o e amor ao pr\u00f3ximo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Celso Kassa, consultor esportivo e personal biker, morou 16 anos no Jap\u00e3o e h\u00e1 dois anos voltou para o Brasil. Ele garante que, com rela\u00e7\u00e3o ao uso das bicicletas como meio de transporte, a grande diferen\u00e7a entre o Brasil e o Jap\u00e3o \u00e9 a cidadania e o respeito ao ciclista. A bicicleta \u00e9 considerada um meio de transporte e todos a respeitam como qualquer outro ve\u00edculo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;Em T\u00f3quio, por exemplo, n\u00e3o existem ciclovias, as bicicletas circulam livremente pelas ruas compartilhando o espa\u00e7o com os carros e motos. As mulheres chamadas de\u00a0office ladies\u00a0usam bicicletas como meio de transporte. Mulheres vestidas com roupas sociais, de meia fina e salto alto, costumam usar duas bicicletas no percurso de casa para o trabalho; uma usada de casa at\u00e9 o trem e outra bicicleta da esta\u00e7\u00e3o de trem at\u00e9 a porta do escrit\u00f3rio&#8221;, cometa Celso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Aqui no Brasil ele confirma que a grande maioria das mulheres teme a falta de seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito, mas garante que \u00e9 poss\u00edvel aumentar sensivelmente a seguran\u00e7a se a ciclista souber como se comportar na bicicleta em meio \u00e0s ruas e avenidas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Mas de 80% das mulheres que fizeram o curso no CicloFemini comigo come\u00e7aram a pedalar como uma forma de exerc\u00edcio. Depois da segunda ou terceira <a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro003.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignleft\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro003.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"219\" \/><\/a>aula se entusiasmam e come\u00e7am a planejar e a cogitar o uso da bicicleta como meio de transporte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">A fisioterapeuta Ana Maria Peres Cardoso, que trabalha com atendimento domiciliar, ap\u00f3s uma viagem \u00e0 Holanda adquiriu o h\u00e1bito de andar de bicicleta. Voltando ao Brasil, come\u00e7ou a usar a bicicleta para algumas atividades, como ir \u00e0 feira e a lugares mais pr\u00f3ximos de sua resid\u00eancia. Usava a bicicleta nos dias de menos movimento, como s\u00e1bados e domingos. Ana contou que n\u00e3o se esquece de uma cena que viu na Holanda: uma mulher de bicicleta a caminho de uma festa, trajando um vestido preto, com meias finas, salto alto e guarda chuva, pois estava chovendo. Ela contou que o pr\u00edncipe da Holanda tem como h\u00e1bito levar o filho \u00e0 escola de bicicleta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Com estes exemplos fica claro que andar de bicicleta vai al\u00e9m da educa\u00e7\u00e3o, da cidadania, da cultura. Andar de bicicleta \u00e9 um estilo, uma op\u00e7\u00e3o sensata e agrad\u00e1vel de vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Ana Maria contou que ap\u00f3s um problema de sa\u00fade percebeu a necessidade de praticar exerc\u00edcio, de manter-se em movimento. Como fazia os atendimentos pr\u00f3ximos de sua resid\u00eancia, resolveu fazer o percurso de sua casa at\u00e9 a casa dos pacientes a p\u00e9. Ap\u00f3s um per\u00edodo, as dist\u00e2ncias ficaram mais longas e ela resolveu usar a bicicleta definitivamente como seu meio de transporte. &#8220;O importante para andar com seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito \u00e9 tornar-se vis\u00edvel, usar uma jaqueta amarela refletora. \u00c9 feita de um tecido muito fino e leve, especificamente para a sinaliza\u00e7\u00e3o do ciclista&#8221;, recomenda Ana Maria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Usar a bicicleta como meio de transporte \u00e9 um processo. Deve-se iniciar aos poucos at\u00e9 sentir-se segura para percorrer longos percursos. &#8220;O andar de bicicleta aumentou o meu equil\u00edbrio e a minha percep\u00e7\u00e3o visual, n\u00e3o apenas para andar de bicicleta, mas para outras situa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m. Andando de bicicleta, al\u00e9m do bem estar que sinto, sou muito mais feliz&#8221;, finaliza Ana Maria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Cleber Ricci Anderson, ciclo-ativista, propriet\u00e1rio da Anderson Bicicletas e colunista do Jornal Metro, concorda que andar de bicicleta com seguran\u00e7a pelas ruas \u00e9 uma quest\u00e3o de cidadania, educa\u00e7\u00e3o, cultura e gentileza. Cleber \u00e9 um profundo estudioso e pesquisador do assunto, e h\u00e1 muitos anos vem desenvolvendo um trabalho focado na orienta\u00e7\u00e3o das pessoas que desejam usar a bicicleta como meio de transporte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;\u00c9 necess\u00e1rio fazer um planejamento antes de simplesmente pegar a bike e sair pedalando pelas ruas. \u00c9 necess\u00e1rio conhecer as regras de tr\u00e2nsito relacionadas \u00e0 bicicleta, \u00e9 necess\u00e1rio conhecer os percursos recomendados do seu ponto de sa\u00edda at\u00e9 o destino. Via de regra o percurso que ser\u00e1 feito de bicicleta n\u00e3o ser\u00e1 o mesmo que se faz com o carro. Com a bicicleta, o ideal \u00e9 usar as vias alternativas e de menos movimento&#8221;, recomenda Cleber.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Para facilitar a vida da ciclista, Cleber desenvolveu o\u00a0Guia de Bike na Rua. Neste guia a ciclista encontrar\u00e1 todas as informa\u00e7\u00f5es e dicas fundamentais para poder andar de bicicleta com seguran\u00e7a pelas ruas de sua cidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;Recomendo que a ciclista fa\u00e7a um planejamento de sua rota. Ap\u00f3s o planejamento, deve-se percorrer o <a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro004.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130827_pedalseguro004.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"231\" \/><\/a>trajeto em um dia de menos movimento, para ter certeza de que definiu a rota correta. H\u00e1 um excelente guia de rotas na internet, \u00e9 o Bikemap.net. Neste guia h\u00e1 in\u00fameros rotas j\u00e1 tra\u00e7adas e \u00e9 poss\u00edvel planejar, tra\u00e7ar e gravar uma rota pessoal&#8221;, finaliza Cleber.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;Uso a bicicleta como meio de transporte h\u00e1 tr\u00eas anos, mas ganhei mais confian\u00e7a no \u00faltimo ano, depois de conhecer e planejar melhor as rotas e tamb\u00e9m de andar melhor depois de ter participado de um curso de pedal urbano&#8221;, comenta Ludmila de Carvalho Oliveira, soci\u00f3loga e professora de franc\u00eas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Ludmila morou muitos anos em Florian\u00f3polis e usava a bicicleta em todas as atividades. &#8220;Devido \u00e0 falta de cultura dos cidad\u00e3os, a mulher enfrenta muitas dificuldades para ter a bicicleta como seu meio de transporte. Existe preconceito e desrespeito. O que mais me incomoda \u00e9 o desrespeito de alguns motoristas e motoboys. Os motoboys fazem muitas gracinhas, e alguns at\u00e9 tentam um contato f\u00edsico. \u00c9 lament\u00e1vel, pois fica evidente que a popula\u00e7\u00e3o em geral n\u00e3o est\u00e1 preparada para ter um ciclista na rua, principalmente se este ciclista for mulher. Minha fam\u00edlia n\u00e3o me incentiva muito, eles se preocupam demais com a minha seguran\u00e7a. Recebo mais cr\u00edticas do que incentivo, mas mesmo assim n\u00e3o abandono a bicicleta por nada&#8221;, comenta Ludmila.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;O importante para andar de bicicleta na rua \u00e9 o planejamento. \u00c9 tudo muito simples, basta se organizar e pesquisar o percurso. A confian\u00e7a aumenta \u00e0 medida que voc\u00ea se familiariza com o trajeto&#8221;, resume.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;A forma como as mulheres v\u00eaem o uso da bicicleta no dia a dia est\u00e1 orientando os planejadores de cidades interessadas em implantar redes de ciclovias. Mulheres pedalando \u00e9 o melhor indicador de qu\u00e3o pedal\u00e1vel \u00e9 a cidade. De forma geral, concordo que as mulheres s\u00e3o um dos term\u00f4metros da ciclobilidade nas cidades. S\u00e3o as mais fr\u00e1geis, mais suscet\u00edveis \u00e0 viol\u00eancia urbana. Quanto mais usarem a bicicleta, melhor a cidade ser\u00e1 para todos! Est\u00e1 a\u00ed uma coisa que nossos vereadores e prefeitos precisam pensar, se algum dia chegarem a cogitar implantar ciclovias: sigam as mulheres!&#8221;, comenta Rog\u00e9rio Fagundes Leite, Qu\u00edmico Industrial pela UFPe\/Recife-PE, Mestrado em Eng. de Materiais pela UFSCar\/S\u00e3o Carlos-SP, ciclista urbano e cicloativista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Concluo que a f\u00f3rmula para o pedal seguro \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, cidadania, respeito ao pr\u00f3ximo, planejamento de rotas e conhecimentos de regras b\u00e1sicas. De saia e salto alto, mulheres que enfrentam o tr\u00e2nsito sobre duas rodas s\u00e3o agentes de transforma\u00e7\u00e3o. Muito femininas, sem sentirem-se fr\u00e1geis e desprotegidas, estas mulheres economizam tempo e dinheiro, cooperam com o meio ambiente e de sobra ganham sa\u00fade, disposi\u00e7\u00e3o e beleza.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.revistabicicleta.com.br\" target=\"_blank\">Revista Bicicleta<\/a>, edi\u00e7\u00e3o 05\/01<\/span><\/em><br \/><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Autora: Cl\u00e1udia Franco<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"post-excerpt\">Perguntei a diversas mulheres o motivo de n\u00e3o pedalarem nas ruas e mais de 80% disseram que era por falta de seguran\u00e7a. A seguran\u00e7a a que elas se referiram est\u00e1&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":313,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-151","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/151"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=151"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/151\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/media\/313"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=151"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=151"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}