{"id":138,"date":"2013-05-01T19:24:55","date_gmt":"2013-05-01T22:24:55","guid":{"rendered":"http:\/\/dbike.org\/vdb\/?p=138"},"modified":"2014-06-26T22:13:15","modified_gmt":"2014-06-27T01:13:15","slug":"historia-da-bicicleta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/historia-da-bicicleta\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Bicicleta"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8220;Poucos objetos utilizados pelos seres humanos originaram uma revolu\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande nas conven\u00e7\u00f5es sociais como a bicicleta&#8221;.\u00a0(Trecho do censo norte-americano de 1.900)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Assim como muitas outras, a inven\u00e7\u00e3o da bicicleta \u00e9 algo dif\u00edcil de precisar no tempo. Os antigos eg\u00edpcios, atrav\u00e9s dos seus hier\u00f3glifos, j\u00e1 idealizaram um ve\u00edculo de duas rodas, com uma barra sobreposta. Os desenhos foram encontrados em vasos, murais e relevos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-leovinci1490002.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignleft\" title=\"Ano: 1490 - Leonardo da Vinci.\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-leovinci1490002.jpg\" alt=\"Ano: 1490 - Leonardo da Vinci.\" width=\"370\" height=\"236\" \/><\/a>Em aproximadamente 1490, Leonardo da Vinci desenhou o projeto de um ve\u00edculo com duas rodas, selim, sistemas de dire\u00e7\u00e3o e propuls\u00e3o por corrente. Pelo projeto, descoberto apenas em 1966, por monges italianos, percebe-se que o posicionamento do eixo de dire\u00e7\u00e3o fazia a bicicleta dobrar no meio, tornando dif\u00edcil manter o equil\u00edbrio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Em um museu alem\u00e3o, h\u00e1 um modelo chamado bicicleta de Kassler, datada de 1761. Sua origem \u00e9 desconhecida, e os franceses alegam que a bicicleta foi importada da Fran\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Para muitos pesquisadores, a hist\u00f3ria da bicicleta come\u00e7a em 1790, com o conde franc\u00eas Sivrac, que inventou um brinquedo chamado Celer\u00edfero (C\u00e9lerif\u00e8re). Constru\u00eddo todo em madeira, constitu\u00eddo por duas rodas alinhadas, unidas por uma viga onde se podia sentar, o Celer\u00edfero era muito pesado e r\u00edgido. A m\u00e1quina n\u00e3o possu\u00eda freio nem sistema de dire\u00e7\u00e3o, s\u00f3 uma barra transversal fixa \u00e0 viga que servia para apoiar as m\u00e3os. A brincadeira consistia em empurr\u00e1-lo, ou deix\u00e1-lo correr em uma descida, e tentar manter-se equilibrado, de maneira muito prec\u00e1ria, por alguns metros.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">V\u00e1rias outras refer\u00eancias de ve\u00edculos de propuls\u00e3o humana s\u00e3o encontradas at\u00e9 1800, todas constru\u00eddas na forma de carruagem, n\u00e3o tinham pedais, e o usu\u00e1rio &#8220;caminhava&#8221;, sentado no ve\u00edculo, impulsionando-se at\u00e9 ganhar velocidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-draisiana1818003.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" title=\"Ano: 1818 - Karl Friederich Von Drais (Draisiana).\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-draisiana1818003.jpg\" alt=\"Ano: 1818 - Karl Friederich Von Drais (Draisiana).\" width=\"370\" height=\"238\" \/><\/a>O pr\u00f3ximo passo da evolu\u00e7\u00e3o veio com o bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friederich Von Drais, em 1816. Ele, que era inspetor florestal e inventor nas horas vagas, adaptou um sistema de dire\u00e7\u00e3o ao Celer\u00edfero, e deu origem \u00e0 Draisiana. Com ela, Von Drais percorreu o trajeto entre Beaun e Dijon, na Fran\u00e7a, com velocidade m\u00e9dia de 15 km\/h &#8211; primeiro recorde cicl\u00edstico. O projeto contava, tamb\u00e9m, com um rudimentar sistema de freios, e ajuste de altura do selim. A novidade foi patenteada em 1818, e o bar\u00e3o passou a viajar pela Europa, fazendo contatos para vender seu produto. Acabou ridicularizado e falido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Apesar de patenteada, surgiram muitas c\u00f3pias da Draisiana, onde foram introduzidas v\u00e1rias inova\u00e7\u00f5es. Algumas passaram a ser constru\u00eddas de ferro, o que permitiu que o projeto possu\u00edsse um sistema de suspens\u00e3o no selim e nas rodas. Em 1820, o escoc\u00eas Kirkpatrick Macmillan adaptou, ao eixo traseiro, duas bielas, ligadas por uma barra de ferro, que tinham a fun\u00e7\u00e3o de um pist\u00e3o, acionadas pelos p\u00e9s.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-kirkpatrick1820004.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignleft\" title=\"Ano: 1830 - Kirkpatrick Macmillan.\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-kirkpatrick1820004.jpg\" alt=\"Ano: 1830 - Kirkpatrick Macmillan.\" width=\"370\" height=\"232\" \/><\/a>O pr\u00f3ximo avan\u00e7o veio em 1839, quando o mesmo escoc\u00eas Kirkpatrick Macmillan, um humilde ferreiro do interior, criou os pedais, que eram ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira. Mas, mesmo assim, o ve\u00edculo n\u00e3o se popularizou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Pierre Michaux, carroceiro de Brunel, na Fran\u00e7a, recebeu uma Draisiana em sua oficina, para reparos. Seu filho, Ernest, usou-a e achou o ve\u00edculo muito cansativo. Eles se dedicaram a criar algum sistema de propuls\u00e3o que fosse ligado diretamente \u00e0 roda dianteira, e que deixasse o deslocamento da m\u00e1quina mais f\u00e1cil. Redesenharam todo o projeto original da Draisiana, criando um quadro de ferro e um sistema de propuls\u00e3o por alavancas e pedais na roda dianteira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Assim, em 1855, os franceses Pierre e Ernest Michaux, pai e filho, deram origem ao Veloc\u00edpede. Eles passaram a fabricar os Veloc\u00edpedes, e tiveram a esperteza de dar um exemplar para o filho de Napole\u00e3o III, o que acabou abrindo as portas comerciais do produto. Tamb\u00e9m conhecido como &#8220;chacoalhador de ossos&#8221;, os Veloc\u00edpedes garantiram o sucesso da f\u00e1brica dos Michaux, que, em 1865, j\u00e1 fabricavam cerva de 400 m\u00e1quinas por ano, empregava 200 oper\u00e1rios, e cada exemplar saia por exorbitantes 450 francos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-michaux1860005.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" title=\"Ano: 1860 - Pierre e Ernest Michaux (Veloc\u00edpede).\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-michaux1860005.jpg\" alt=\"Ano: 1860 - Pierre e Ernest Michaux (Veloc\u00edpede).\" width=\"370\" height=\"241\" \/><\/a>Com a populariza\u00e7\u00e3o dos Veloc\u00edpedes, as autoridades de Paris, por volta de 1862, se viram obrigados a criar caminhos especiais para os Veloc\u00edpedes nos parques, surgindo assim as primeiras ciclovias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Movido pela Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, o desenvolvimento dos ve\u00edculos de tra\u00e7\u00e3o humana ganhou grande impulso. Os modelos se espalharam por toda a Europa. James Starley, apaixonado por m\u00e1quinas, recebeu um Veloc\u00edpede Michaux e decidiu repensar e criar um modelo diferente. Em 1868, numa exposi\u00e7\u00e3o de Paris, ele apresenta sua constru\u00e7\u00e3o em a\u00e7o, com roda raiada, pneus em borracha maci\u00e7a e um sistema de freios inovador. Sua grande roda dianteira, de 50 polegadas ou aproximadamente 125 cm, fazia dela a m\u00e1quina de propuls\u00e3o humana mais r\u00e1pida at\u00e9 ent\u00e3o fabricada. Por isso, esse modelo tamb\u00e9m ficou conhecido como penny-farthing, devido ao contraste entre a moeda grande de um penny e a pequenina farthing &#8211; um quarto de penny.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O modelo foi patenteado em 1870, quando Starley funda a marca Ariel, que vendia seus biciclos por 8 libras em 1871, um pre\u00e7o que poucos podiam pagar. Os novos movimentos de reivindica\u00e7\u00e3o social da Europa, na virada para o s\u00e9culo XX, o que hoje chamamos de esquerda, logo perceberam que os clubes ciclistas, que vinham ganhando espa\u00e7o, poderiam ser uma boa maneira de divulgar novos ideias sociais. Vem da\u00ed a <a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-pennyfarthing1870006.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" title=\"Ano: 1870 - James Starley (Penny-farthing).\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-pennyfarthing1870006.jpg\" alt=\"Ano: 1870 - James Starley (Penny-farthing).\" width=\"370\" height=\"245\" \/><\/a>frase &#8220;ao socialismo se vai de bicicleta&#8221;. Os ve\u00edculos de propuls\u00e3o humana ficaram mais acess\u00edveis e soci\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Depois veio a bicicleta de seguran\u00e7a. Em 1877, Rouseau apresentou um dispositivo que por meio de duas correntes, multiplicava o giro da roda dianteira. Robert Thompson colocou trav\u00f5es e tiras de borracha coladas aos aros das rodas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Em 1879, o ingl\u00eas Henry Lawson apresentou, em Paris, um engenho que tinha a roda traseira acionada por uma corrente. Esse modelo ficou conhecido como bicyclette. Em 1880\/1881, Starley inventou a bicicleta com as caracter\u00edsticas que conhecemos hoje. Com os pedais no centro, a tra\u00e7\u00e3o passou para a roda traseira, atrav\u00e9s de uma corrente de transmiss\u00e3o. Em 1891, com a inven\u00e7\u00e3o dos pneus com v\u00e1lvula de ar dos irm\u00e3os Michelin, ficou resolvido o problema das rodas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-starley1880007.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignleft\" title=\"Ano: 1885 - James Starley.\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-starley1880007.jpg\" alt=\"Ano: 1885 - James Starley.\" width=\"370\" height=\"232\" \/><\/a>Em 1893, para amenizar as pol\u00eamicas que ocorriam nas j\u00e1 existentes competi\u00e7\u00f5es internacionais, surgiu a UCI &#8211; Uni\u00e3o Cicl\u00edstica Internacional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">A hist\u00f3ria da bicicleta no Brasil se confunde com a hist\u00f3ria da Caloi. Em 1898 o italiano Luigi Caloi chegou ao pa\u00eds, e iniciou uma empresa de importa\u00e7\u00e3o de bicicletas da Europa. Foi assim que elas entraram no pa\u00eds, e conquistaram seu espa\u00e7o. Hoje, o Brasil produz cerca de 5,7 milh\u00f5es de bicicletas por ano, sendo o terceiro maior p\u00f3lo de produ\u00e7\u00e3o de bicicletas do mundo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O projeto original da bicicleta mudou pouco, apenas agregando alguns detalhes. Vale destacar a cria\u00e7\u00e3o das marchas para a bicicleta. O primeiro c\u00e2mbio surgiu em 1914, e depois disso, a hist\u00f3ria das marchas para bicicleta seguiu um curso pr\u00f3prio at\u00e9 chegar ao formato de hoje.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Outra revolu\u00e7\u00e3o ocorreu com a Mountain Bike, que come\u00e7ou a aparecer no final de 1970, na Calif\u00f3rnia, e tem o m\u00e9rito de realizar uma grande mudan\u00e7a no pensar a bicicleta como um todo. Surge um novo projeto de quadro e garfo, pe\u00e7as e acess\u00f3rios; a vis\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria bicicleta, e finalmente a forma de aproveitamento social deste ve\u00edculo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Sucessivas modifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas t\u00eam ocorrido at\u00e9 os dias atuais, aperfei\u00e7oando as bicicletas, seus modelos e componentes, ganhando em efici\u00eancia, conforto e velocidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><a href=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-maiscara008.jpg\" rel=\"wp-video-lightbox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-flutuando alignright\" title=\"A bicicleta mais cara do mundo \u00e9 feita pela empresa sueca Aurumania. \u00c9 banhada a ouro 24 quilates e  adornada com mais de 600 cristais swarovski.\" src=\"https:\/\/dbike.org\/vdb\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/130501_hb-maiscara008.jpg\" alt=\"A bicicleta mais cara do mundo \u00e9 feita pela empresa sueca Aurumania. \u00c9 banhada a ouro 24 quilates e  adornada com mais de 600 cristais swarovski.\" width=\"370\" height=\"232\" \/><\/a>Sem d\u00favida, a bicicleta \u00e9 uma das grandes inven\u00e7\u00f5es do ser humano. Ela permite que diferentes pessoas demonstrem seu estilo. Alguns a usam para o cicloturismo, outros para o ciclismo extremo urbano. Muitos utilizam a bicicleta de forma casual, para se locomover em pequenos trajetos, at\u00e9 a escola ou ao trabalho. Tamb\u00e9m surgiram v\u00e1rias modalidades de competi\u00e7\u00e3o, que focam a velocidade ou as manobras, e revelam verdadeiros artistas sobre duas rodas. Na g\u00edria das diferentes localidades e classes sociais, a bicicleta ficou conhecida como magrela, zica, camelo. Com a globaliza\u00e7\u00e3o, o termo ingl\u00eas &#8220;bike&#8221; passou a integrar o nosso vocabul\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Hoje, a bicicleta tornou-se s\u00edmbolo de mobilidade sustent\u00e1vel. \u00c9 um meio de transporte saud\u00e1vel, prazeroso, eficiente, ecologicamente correto, democr\u00e1tico e acess\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.revistabicicleta.com.br\" target=\"_blank\">Revista Bicicleta<\/a>, edi\u00e7\u00e3o 04\/01<\/span><\/em><br \/><em><span style=\"font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Colabora\u00e7\u00e3o: Escola da Bicicleta \/ Tudo sobre Rodas<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"post-excerpt\">&#8220;Poucos objetos utilizados pelos seres humanos originaram uma revolu\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande nas conven\u00e7\u00f5es sociais como a bicicleta&#8221;.\u00a0(Trecho do censo norte-americano de 1.900) Assim como muitas outras, a inven\u00e7\u00e3o da bicicleta&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":318,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-138","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/138"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=138"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/138\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/media\/318"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=138"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dbike.org.br\/vdb\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}